Além dos Discursos Eleitorais: Reflexões sobre Transparência, Ética e Poder no Brasil
As frases dos discursos eleitorais sobre justiça, transparência e moralidade encontram dificuldades para unir fatos à verdade.
Elas escondem e protegem autoridades para não comprometer candidatos que disputam, taco a taco, a liderança da pior campanha da história do país.
Sem projetos, de um lado, a situação cria benefícios de última hora para mascarar as escandalosas histórias que saem dos gabinetes dos poderes da República e ganham as manchetes e as redes sociais.
Entre versões, explicações e desmentidos, o Pinóquio — conhecido personagem cujo nariz crescia a cada nova invencionice — é só um amador perto das historietas autoritárias de profissionais tidos como incorruptíveis e acima da lei.
As ligações entre poder, dinheiro e influência deixam mais perguntas do que respostas.
Nessa hora, o povo se apega ao velho ditado: quem não tem culpa no cartório que faça a denúncia e mostre os fatos às claras.
Depoimentos e justificativas desprovidos de ética e moralidade voam livres de qualquer crise de consciência.
Vale tudo para quem é esperto, enquanto o cidadão comum continua olhando para o alto, tentando entender por que os privilégios parecem sempre decolar nas asas da corrupção como se fossem hábitos normais.
Dá até a sensação de que sorte e corrupção se tornaram sinônimos no Brasil.
E TENHO DITO,
PALAVRA DE HONRA!
Nota - Em meio a discursos vazios e escândalos abafados, a política transforma a ética em mero recurso oratório enquanto o cidadão comum arca com a conta. Até quando aceitaremos narrativas em vez de transparência e projetos reais para o país?
J Tannus



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